sexta-feira, 1 de julho de 2016

3.1.2 O Ensinamento da Retenção da Palavra no Velho Testamento

Uma breve olhadela no velho testamento nos permite verificar que a retenção da Palavra é um ensinamento bíblico que remonta o novo testamento.
 A recorrente exortação para a retenção da Palavra, ou mesmo o uso de variáveis com o sentido similar, no velho testamento, confirma sua importância para a vida do povo de Deus.
     Na Torá, Deus ressalta que o seu ensino deve ser armazenado, contido nos corações dos  filhos de Israel: “ E estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração”. Dt 6.6
     No livro de Jó, Elifaz, alinhado com o pensamento da Lei, exorta Jó a aceitar a instrução de Deus e a colocá-la no seu coração, dizendo: “Aceita, peço-te, a instrução que profere e põe as suas palavras no teu coração".
     Nos Salmos, temos uma convicta declaração do salmista acerca da sua  prática em guardar a Palavra, seguida do seu entendimento do propósito desta prática: “Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti.”  Sl 119.11
     Salomão, no livro de Provérbios, revela parte do seu aprendizado no contexto familiar, ao relatar a eloquente exortação do seu pai: “então, ele me ensinava e me dizia: Retenha o teu coração as minhas  palavras; guarda os meus man-damentos e vive;” Pv 4.4
    “Retém a instrução e não a largues; guarda-a, porque ela é a tua vida." Pv. 4.13
 Se a palavra paterna tem um peso tão grande e forte assim sobre a vida do filho  natural, quando mais terá importância e impacto a Palavra do Pai celestial.

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