quinta-feira, 19 de junho de 2014

@ Lição 2 – A  Receptividade ao Evangelho de Cristo


1.      Introdução

Uma vez exposto as ineficiências da religiosidade e do neutralismo espiritual e o respectivo banimento dos seus falsos conceitos, podemos prosseguir na identificação e entendimento da verdadeira aceitação ao evangelho do Senhor Jesus Cristo.
Nesta lição veremos como poderemos, efetivamente, receber  o evan-gelho de Cristo, verificar as nuances e profundidade deste ato, que excede a postura religiosa e que nada tem haver com o pseudo-neutralismo espiritual.


2.      Recebendo o Evangelho

A efetiva recepção ao evangelho de Cristo se fundamenta numa atitude, multifacetada, composta de: voluntariedade, fé, simplicidade, humildade,  alegria e extremo senso de urgência.   Veremos, abaixo, cada faceta desta atitude, verdadeiramente, receptiva e acolhedora ao evangelho de Cristo.

2.1  Voluntariedade e Racionalidade

Receber, aceitar deve ser um ato de legítima e livre manifestação da vontade, fundado na lucidez e racionalidade.
Sob este ponto de vista, podemos considerar que o homem pode exercer o seu livre-arbítrio, posicionando-se positivamente (recebendo, acolhen-do) ou  negativamente (rejeitando, desprezando) tudo aquilo que lhe é apresentado.
Não foge a este principio, nem mesmo o evangelho do Senhor Jesus Cristo que depois de anunciado, pregado e divulgado, aguarda a manifestação da decisão humana em abraçá-lo ou rejeitá-lo. Como vimos na lição passada, o Senhor não considera a neutralidade e não admite o meio termo (religiosidade).
Por isso, o Senhor Jesus por diversas vezes colocou o homem em xeque, instigando exatamente o seu atributo de decisão em relação a sua Pessoa.
Contudo, veremos o Seu desprendimento não impondo ou obrigando os homens a aceitá-lo ou recebê-lo.
O Senhor Jesus chama o homem a uma decisão voluntária, espontânea e racional.
Durante o Seu ministério, Ele não fez nem sequer um apelo fundamentado ou direcionado para o lado emotivo do homem e nem mesmo os iludiu com promessas de vida fácil e eterna felicidade, sem lutas, provações ou tribulações nesta vida.      
E assim foi, não por desconhecer o caráter emotivo dos seres humanos: seus sentimentos e sensibilidade; ou sua tendência natural  de  satisfação  e acomodação à uma vida sossegada, farta e segura. Mas, por saber que as decisões emanadas, exclusivamente, do emocional humano ou da pseudoconsciência de vida fácil, são volúveis e frágeis, não podendo conferir a  devida consistência e suporte para o enfrentamento das previ-síveis situações adversas  que seu receptor e seguidor poderão passar.
Os textos, abaixo, confirmam com clareza estes princípios veja:

“... e   quem   quiser  receba   de  graça a água da vida”. (Ap 22:17)

“Se alguém quiser fazer a vontade dele, conhecerá a respeito da doutrina, se ela é de Deus ou se falo por mim mesmo”. (Jo 7:17)

Dizia a todos: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se  negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me”. (Lc. 9:23, veja também Lc.14:25-33)

“Indo eles caminho fora, alguém lhe disse: Seguir-te-ei por onde quer que fores.
Mas Jesus lhe respondeu: As raposas têm seus covis, e as aves do céu, ninhos; mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça”. (Lc 9:57-58) 

“... Se me perseguiram a mim, também perseguirão a vós outros...”(Jo 15:20b)
  
“Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.” (Jo 16:33)

“Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo disserem todo o mal contra vós”. ( Mt 5:11)

Nestes textos está evidente que o Senhor Jesus não lançou mão de artifícios emocionais ou de promessas levianas de vida fácil, para ser aceito ou seguido pelos homens. Ao contrário, Ele confrontou, de forma direta, seus potenciais receptores e seguidores com declarações fortes, desafiadoras e indubitáveis acerca das muitas e diversas adversidades a que estariam sujeitos. Ele fez isto para que a aceitação a Sua pessoa, fosse assumida pelos seus receptores de forma voluntária e consciente, inclusive, os advertindo sobre esta situação, dizendo: ‘‘Pois qual de vós, pretendendo construir uma torre, não se assenta primeiro para calcular a despesa e verificar se tem os meios para a concluir? Ou qual é o rei que, indo para combater outro rei, não se assenta primeiro para calcular se com dez mil homens poderá enfrentar o que vem contra ele com vinte mil?” (Lc 14:29,31)

2.2  Fé  (Jo 1:12)

“Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome”.

Certamente, a fé é o elemento decisivo para a nossa aceitação a Cristo. Está claro que o Senhor exige que o homem tome uma posição consciente em relação à Sua Pessoa; e que Ele não   explora as emoções humanas para este fim. Mas não podemos deixar de considerar que entre a razão e a emoção existe uma lacuna, a qual deve ser preenchida pela fé.  Esta fé não é resultado do racionalismo e nem do emocionalismo, mas é um  dom de Deus. (Ef 2:8)
É esta fé, que vai interferir positiva e decisivamente na nossa aceitação ao Senhor.
Voltando para o texto de Jo 1:12, observamos, exatamente, esta relação: crer e receber.       
Obviamente, só podemos receber a Jesus, a quem não vemos, pela fé. ( Ef 3:17a) 
Como vimos, a fé não é um passo no escuro, mas uma dádiva divina que está, devidamente, sustentada na inequívoca palavra de Deus e que nos faz ver, nitidamente, como sob a luz do sol do meio-dia, que o Senhor é real e a sua palavra é verdadeira e digna de toda confiança. Aleluia!!
Por isso, podemos abrir os nossos corações, em plena certeza de fé, para receber o evangelho de Cristo e se tornar Sua habitação – “e, assim, habite Cristo no vosso coração, pela fé,...” (Ef 3:17a).

2.3  Simplicidade (Mc 10:13-15)

Neste texto o Senhor Jesus estabelece uma condição básica sobre como devemos receber o reino de Deus. Ele declara: “Quem não receber o reino de Deus como uma criança...” Entre as muitas características das crianças, a simplicidade é aquela que mais se sobressai, principalmente, quando a comparamos com os adultos. Em geral, as crianças recebem o que lhes é oferecido, deforma espontânea, sem nenhuma cerimônia, conjectura ou racionalismo meritório. Simplesmente, abraçam a dádiva, com  sinceridade, alegria e gratidão.
Já, os adultos revelam-se extremamente complexos: ressabiados, inquiridores, racionais e orgulhosos, procurando méritos e justificativas, em si mesmos; para a recepção daquilo que lhes é oferecido gratuitamente. (Ap.22:17)
É com simplicidade de coração que recebemos o reino de Deus na pessoa do Senhor Jesus Cristo. 

2.4  Receptividade - Humilde e sem Reservas  (Lc 7:36-50)
   
Entre os judeus havia um procedimento comum na recepção dos seus hóspedes e convidados, vou chamar isto de etiqueta da boa recepção e hospitalidade.
Esta etiqueta compreendia: oferecimento de água, para a lavagem dos pés, um cumprimento afetuoso - o ósculo e a unção com óleo sobre a cabeça do hóspede.   
Estes procedimentos deveriam ser praticados pelo anfitrião. No texto citado acima Simão, um religioso fariseu, anfitrião, do Senhor Jesus  o recebeu com frieza e indiferença, não oferecendo-lhe  as honrarias  normais da boa recepção, e o Senhor percebeu. (Lc 7:44-46)   
Isto mostra-nos que os religiosos e os “bonzinhos” cheios de justiça própria  não se consideram muito endividados. Por isso, manifestam uma recepção pouco calorosa e cheia de reservas.
A mulher que apareceu na casa do fariseu, “roubou” a cena prestando ao Senhor as devidas honrarias da boa recepção. Com total humildade e quebrantamento, ela ministrou o ritual completo da boa receptividade e hospitalidade, aos pés do Senhor Jesus. Ela de fato demonstrou recebe-lo, aceitá-lo, sem reservas e com muito amor, na sua própria “casa”- Vida.
É com um coração e atitude como esta que o Senhor espera ser recebido e honrado em nossas vidas.

2.5  Receptividade Urgente e Alegre (Lc 19:1-10)

É importante destacarmos o senso de urgência, predominante neste texto. Observe os versos: 4 a, 5b e 6 - onde os vocábulos: correndo, depressa e a toda a pressa, dão o tom de urgência ao encontro entre o pecador e o Salvador. Zaqueu corre para ver Jesus, e na mesma sintonia de urgência  o Senhor o intima: ‘‘desce depressa, pois me convém ficar em tua casa hoje”, Zaqueu, então, desce a toda a pressa e o recebe com alegria.
O Senhor tem pressa em encontrar-se com o pecador e ser recebido por ele. Quando Jesus  encontra um homem desejoso de vê-lo, encontrá-lo e recebê-lo, com este senso de urgência, a interação entre ambos é rápida e certa.
 Por isso, a escritura declara: “Assim, pois, como diz o Espírito Santo: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração... ” (Hb 3:7,8a), “pois me convém ficar hoje em tua casa. ”(Lc 19:5b).
Se você,  ainda, não recebeu o Senhor Jesus, em sua “casa” ou seja em sua vida, hoje é o momento, e por que não agora mesmo? Se você está aberto para aceitá-lo e consciente da urgente necessidade de recebê-lo agora em sua vida como seu Senhor e Salvador, faça a seguinte oração:

Senhor Jesus, abro o meu coração, a minha vida para ti, vem habitar, reinar no meu espírito, alma e corpo. Eu  o desejo de fato e em verdade, creio na sua morte pelos meus pecados, creio na sua ressurreição, preciso da tua presença, salvação e domínio. Quero uma vida de constante comunhão contigo e com a tua palavra. Abandono a religiosidade, o pecado, satanás e o mundo para viver em Ti por Ti e para Ti. Amém!!

Conclusão: Não queremos dizer que a aceitação, ao evangelho de Cristo, só é validada, apenas quando o receptor manifesta, na integra, esta atitude multifacetada. Mas, certamente,  duas ou mais características desta atitude são ou serão vivenciadas de forma real pelo receptor do Filho de Deus.

Fig. 1 - Ilustração dosTópicos da lição 2


 Questionário


1. Qual é o conceito de fé, e qual a sua importância, para recebermos o evangelho de Cristo?




2. O que se opõe a uma receptividade humilde e sem reservas ao evangelho de Cristo? 




3.Quais são as características de uma atitude receptiva ao evangelho de Cristo?




4. Mencione as razões pelas quais o Senhor Jesus não apelou ao emocional humano e nem alardeou falsas promessas para a sua receptividade.





5. Cite algumas características da simplicidade de coração.






6. Leia os capítulos de 4 a 6 do evangelho de Marcos.



7. Decore o texto:


“Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, os que crêem no seu nome”.

domingo, 1 de junho de 2014



 Série: Evangelho


 Título: Recebendo o Evangelho

  Volume 2


@ Lição 1 - Desmistificando a Religiosidade e o Neutralismo Espiritual               
A experiência provê a dolorosa prova de que as tradições, uma vez  engendradas, são  primeiramente tidas como úteis, depois consideradas necessárias, até finalmente serem transformadas em ídolos. Todos têm que se curvar diante delas ou haverá punição.” - J.C. Ryle


1. Introdução

Abrimos este volume com esta  lição, justamente, porque pretendemos considerar alguns empecilhos à  verdadeira recepção ao Evangelho de Cristo. Nesta lição, destacamos: a religiosidade e o neutralismo espiritual. Queremos com isto desmistificar, remover o engano que, sutilmente, permeia a religiosidade e o neutralismo espiritual. Ambos supõem, respectivamente, adesão e isenção. Mas, na realidade, veremos  que não são suficientes para eximirem os homens de uma tomada de decisão real e séria sobre a recepção ou não do evangelho do Senhor Jesus.
Esta lição e volume vêm, portanto, convidar você leitor/estudante a uma reflexão sincera e honesta, sobre a sua possível posição religiosa ou pretensa neutralidade espiritual, para que de forma franca você  possa   decidir-se pela verdadeira recepção ao evangelho de Cristo.

2. Religiosidade

A religiosidade pode ser entendida como um sentimento ou disposição favorável à religião ou  ainda, como algum tipo de envolvimento com ela.
Essa religiosidade leva o indivíduo a ter algum apreço pelo ensino, tradição e liturgia, praticada no contexto da religião com que teve ou tem contato.
Há indivíduos que nasceram ou cresceram num ambiente familiar notadamente religioso de cunho cristão ou não, e que acabaram absorvendo a tradição religiosa da família. Outros, posteriormente, tornaram-se adeptos de religiões cristãs ou não. O fato é que a religiosidade ou a religião em si, não assegura uma realidade de vida espiritual, sintonizada com Deus e Seu Filho. 
Observe que em Mt 12.22-32, os interlocutores diretos do Senhor Jesus foram os fariseus, membros da principal seita religiosa daqueles dias.
Eles aferraram-se ao rigor das suas doutrinas, tradições e rituais, de tal forma, que ficaram entorpecidos e não se posicionaram a favor de Cristo. Na verdade, eles foram opositores ferrenhos  do Senhor Jesus e protago-nistas do mais grave pecado: a blasfêmia contra o Espírito Santo. Perderam a oportunidade de receberem o Reino de Deus e reconhecerem que Jesus era o agente deste reino pela operação do Espírito de Deus. O texto de João 9:16 reforça a visão equivocada dos fariseus sobre a pessoa do Senhor Jesus, a partir da ótica religiosa que possuíam.
Convém, destacar que frequentemente, as religiões são mais opositoras do que aliadas do Senhor.
O conjunto doutrinário das religiões contempla muito ensino e prática, resultante de pensamentos e tradições humanas, que na essência está destituída do verdadeiro Espírito de Cristo.
  
2.1 O Perfil das Religiões
Em linhas gerais, podemos identificar, no texto de Marcos 7: 1-23, sete características prevalecentes na constituição da religião farisaica e que de modo geral é comum às religiões, independentemente, da origem, credo ou ritual, são elas:

1. Tradição Humana (hipervalorização do legado humano) – versos 3, 5, 8, 9b, 13a ;
2. Observâncias exteriores (usos e costumes) verso 4;
Costume sem verdade é erro envelhecido”.  - Tertuliano.

3. Honraria teórica e verbal (falácia)- verso 6;
4. Coração longe do Senhor; (superficialidade espiritual) – verso 6b;
5. Adoração vã, destituída de conteúdo – verso 7a;
6. Doutrinamento humano (ensinamento falso/distorção doutrinária) – versos 7b; 11, 12 e 13b
7. Desobediência à palavra de Deus – verso 8a, 9a; 10,13a
Estas características evidenciam um distanciamento enorme entre  a reli-gião/religiosidade e a verdadeira recepção ao evangelho do Senhor Jesus.
Observe, agora, que o texto de Ap 3:15-16: “Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente!”
“Assim, porque és morno e nem és quente ou frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca”, sintetiza bem a religiosidade manifestada pela igreja de Laodicéia, que resultou numa contundente insatisfação e  desaprovação  do Senhor Jesus: “estou a ponto de vomitar-te da minha boca.“ A mornidão, refere-se a religiosidade, que na realidade foi evidenciada, pelas obras (verso 15a), pelo sentimento de auto-suficiência, (verso 17a), e ausência de comunhão pessoal com Cristo (verso 20), isto revela uma vida desassociada de uma relação íntima com o Senhor.
Este último aspecto é salientado por Jesus da seguinte forma: “Eis que estou à porta e bato se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele comigo”. Neste texto, observamos que o Senhor Jesus, indica  que está excluído da comunhão pessoal e real, com os membros da igreja de Laodicéia. Ele encontra-se no lado de fora, separado, apartado da intimidade da igreja. Por isso, Ele se apresenta para buscar com aqueles que o ouvirem e se abrirem para recebê-lo, uma comunhão íntima. Para isto, Ele espera ser recepcionado com sinceridade, sem reservas, por uma disposição genuína de abertura e comprometimento com Ele e Seu reino.

Nas lições, seguintes, veremos como poderemos nos abrir, efetivamente, para recebê-lo e vivenciar uma realidade de vida em comunhão com Cristo. 
3. O Neutralismo Espiritual
Há uma corrente de pensamento humanista que acredita num possível posicionamento de neutralidade em relação às coisas espirituais. Para essa linha de pensamento a neutralidade, pretensamente, os  isenta das influências e dos prováveis efeitos espirituais. Observe, no entanto, que o próprio Senhor Jesus exige um posicionamento definido dos homens: conhecendo e abraçando-o ou ignorando e rejeitando-o. A seguinte  citação do Senhor Jesus: “Quem não é por mim é contra mim; e quem comigo não ajunta espalha”. (Mt 12:30), deixa evidente que Ele não considera a neutralidade detonando, desta forma, o frágil fundamento do neutralismo espiritual.
A referida afirmação do Senhor Jesus foi feita num contexto de esclarecimento da existência de dois reinos: o reino de Deus e o reino de Satanás (Mt 12:22-32 e Lc 11:14-23).Veja que Ele deixa  claro que os homens têm apenas duas opções: ser por Ele, recebê-lo, aceitá-lo ou estar contra Ele, e neste último caso isto implica, automaticamente, em estar a favor de Satanás.
No mundo espiritual, a famosa e popular expressão: “em cima do muro” que denota indecisão, indiferença ou neutralidade, não encontra paralelo. Invariavelmente, todos os homens, acabam se posicionando, de forma positiva e consciente ajuntando com Cristo, vinculando-se a Ele, ou de forma negativa, consciente ou inconscientemente, espalhando - dispersando-se de uma relação com Ele. Não se engane a indiferença espiritual, além de não imunizar dos efeitos negativos do mundo espiritual, apenas ratifica o posicionamento contrário a Cristo e ao Seu reino.

Questionário

1.Qual é a definição de religiosidade?





2. Cite e escreva o texto bíblico que não admite o neutralismo espiritual.





3. Mencione as 7 características do perfil das religiões




4. Quais as consequências da indiferença espiritual?



5. Mencione os três aspectos marcantes da mornidão (religiosidade) da igreja de Laodicéia.





6. Leia os capítulos de 1 a 3 do evangelho de Marcos.



7. Memorização da Palavra

“Eis que estou à porta e bato se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele comigo”. (Ap 3:20)