b) O Tempo
A
confiança em Deus e sua palavra, originada no início da nossa caminhada cristã,
não deve ser apenas uma boa e bela lembrança.
Viver
de lembranças quando a confiança (a fé) propiciara experiências, conquistas e
conhecimento de Deus, não é suficiente para a sustentação do seu portador hoje.
Ela
deve ser retida, conservada em todo o tempo. Mantê-la ativa e operante, hoje e
sempre, é o que faz diferença e dá estabilidade ao seu portador.
De
fato, a confiança deve ser hoje e sempre o sustentáculo da nossa relação com o
Senhor. Por isso, Ele nos adverte a:
“...conservarmos firme a confiança e a glória
da esperança até ao fim.” Hb 3.6
“...se retivermos firmemente
o princípio da nossa confiança até ao fim.” Hb 3.14
A
expressão “até o fim”, relacionada diretamente a retenção da confiança, nos dá
uma dimensão da importância da confiança que retida pelo crente, deve perdurar,
independente de qualquer coisa, e avançar sobre as variações do tempo: passado,
presente ou futuro.
“Até o
fim”, traz um apelo eloquente à perseverança e não nos permite parar ou
retroceder.
continua