terça-feira, 8 de maio de 2018

O Tempo (continuação 2)


Continuar e avançar sempre, de fé em fé, é a nossa vocação e essência de vida em Cristo nosso Senhor. (Ro. 1.17)

Não há vida, promessa ou galardão fora da fé (confiança) em Cristo.

Por isso, não devemos abrir mão da confiança, mas sim perseverarmos nela para fazermos a vontade de Deus e sermos recompensados como Ele prometeu.

Reafirmamos, assim, que não somos daqueles que retrocedem e são destruídos, mas dos que creem até o fim e são salvos. (Hb10.35-36,39 e 1Pe 1.9)

sábado, 5 de maio de 2018

O Modo e o Tempo da Confiança (continuação 1)


b) O Tempo

A confiança em Deus e sua palavra, originada no início da nossa caminhada cristã, não deve ser apenas uma boa e bela lembrança.

Viver de lembranças quando a confiança (a fé) propiciara experiências, conquistas e conhecimento de Deus, não é suficiente para a sustentação do seu portador hoje.

Ela deve ser retida, conservada em todo o tempo. Mantê-la ativa e operante, hoje e sempre, é o que faz diferença e dá estabilidade ao seu portador.

De fato, a confiança deve ser hoje e sempre o sustentáculo da nossa relação com o Senhor. Por isso, Ele nos adverte a:

“...conservarmos firme a confiança e a glória da esperança até ao fim.” Hb 3.6

“...se retivermos firmemente o princípio da nossa confiança até ao fim.” Hb 3.14

A expressão “até o fim”, relacionada diretamente a retenção da confiança, nos dá uma dimensão da importância da confiança que retida pelo crente, deve perdurar, independente de qualquer coisa, e avançar sobre as variações do tempo: passado, presente ou futuro.

“Até o fim”, traz um apelo eloquente à perseverança e não nos permite parar ou retroceder.
continua