sábado, 5 de maio de 2018

O Modo e o Tempo da Confiança (continuação 1)


b) O Tempo

A confiança em Deus e sua palavra, originada no início da nossa caminhada cristã, não deve ser apenas uma boa e bela lembrança.

Viver de lembranças quando a confiança (a fé) propiciara experiências, conquistas e conhecimento de Deus, não é suficiente para a sustentação do seu portador hoje.

Ela deve ser retida, conservada em todo o tempo. Mantê-la ativa e operante, hoje e sempre, é o que faz diferença e dá estabilidade ao seu portador.

De fato, a confiança deve ser hoje e sempre o sustentáculo da nossa relação com o Senhor. Por isso, Ele nos adverte a:

“...conservarmos firme a confiança e a glória da esperança até ao fim.” Hb 3.6

“...se retivermos firmemente o princípio da nossa confiança até ao fim.” Hb 3.14

A expressão “até o fim”, relacionada diretamente a retenção da confiança, nos dá uma dimensão da importância da confiança que retida pelo crente, deve perdurar, independente de qualquer coisa, e avançar sobre as variações do tempo: passado, presente ou futuro.

“Até o fim”, traz um apelo eloquente à perseverança e não nos permite parar ou retroceder.
continua

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